O desejo de modernização das Bibliotecas Universitárias pelos nativos digitais: tendência ou modismo?

Thais Zaninelli, Sandra Gomes de Oliveira Reis, Ana Luísa Moure Peres

Resumo


Este artigo tem como finalidade apresentar o resultado de um estudo piloto realizado com acadêmicos, usuários das bibliotecas universitárias, conhecidos na literatura como nativos digitais, por nascerem entre 1980 e 1995. Uma característica importante dessa geração é que já nasceram no mundo da web ou ciberconectados e não conhecem outra forma de realizar suas atividades e de se relacionarem que não seja por meio da conexão. Dessa forma, as bibliotecas universitárias precisam desenvolver novos produtos e serviços, inovar, objetivando atender às novas demandas desse usuário digital. Para tanto, foram entrevistados 57 estudantes de graduação de diversos cursos de uma universidade estadual do norte do Paraná, para verificar se o anseio por inovação desses usuários é uma necessidade real – tendência – ou se é modismo. Como resultado da análise das informações, por um lado, se consegue identificar algumas novas necessidades e desejos dos nativos digitais no que tange aos produtos e serviços informacionais oferecidos pelas bibliotecas universitárias e, por outro lado, já se percebe uma tendência dessas unidades em investir em inovação.


Palavras-chave


Nativos digitais; Geração Z; Bibliotecas universitárias; Inovação; Serviços de informação.

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Revista Brasileira de Biblioteconomia e Documentação. São Paulo.  ISSN: 1980-6949
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