Bibliotecas circulantes na Inglaterra industrial: práticas biblioteconômicas e sua atuação como novo ambiente de distribuição e circulação de informação

Amanda Christina Salomão, Eduardo da Silva Alentejo

Resumo


Trata sobre as bibliotecas circulantes e sua atuação como novo ambiente de distribuição e circulação de informação na Revolução Industrial inglesa. Analisa suas origens, desenvolvimento e práticas biblioteconômicas no contexto da nova configuração da economia do livro, proporcionada pela mecanização da imprensa. Especificamente, considera a participação e contribuição das bibliotecas circulantes, entendidas como estabelecimentos voltados para a locação de livros, para os desenvolvimentos posteriores no campo biblioteconômico, bem como a inclusão da mulher na cadeia produtiva do livro. Segundo abordagem qualitativa, adotou-se a pesquisa bibliográfica, norteada pelos aportes da bibliografia textual. Inferiu-se que essas bibliotecas foram fundamentais para estimular o gosto e proporcionar o acesso ao livro e à leitura às mulheres que, anteriormente, se viam praticamente fora do círculo de interesse da produção e transmissão de informação e conhecimento. Conclui que esses estabelecimentos são entendidos como modelos precedentes de muitas práticas adotadas nas bibliotecas até os dias de hoje.


Palavras-chave


Bibliotecas circulantes; Inclusão da mulher; Práticas biblioteconômicas; Economia do livro; Revolução Industrial

Texto completo:

PDF




Licença Creative Commons
Esta obra está licenciada sob uma licença Creative Commons Atribuição - NãoComercial 4.0 Internacional.

____________________________________________ 

Revista Brasileira de Biblioteconomia e Documentação. São Paulo.  ISSN: 1980-6949
Creative Commons License
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons. © 2002 / Todos os direitos reservados a Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários, Cientistas da Informação e Instituições. Contato: rbbd@febab.org.br