Itinerários da obra de Suzanne Briet: inflexões e tensões

Gustavo Silva Saldanha, Cristina Dotta Ortega

Resumo


A proposta do artigo é remontar elementos teóricos e históricos para a compreensão da obra de Suzanne Briet na França, no contexto internacional e, pontualmente, no Brasil, em sua contribuição para o campo da Ciência da informação. Para a identificação de pontos de inflexões e tensões no percurso do seu pensamento, a discussão refletiu sobre: o legado de Suzanne Briet nos contextos espaço-temporais da Europa, dos Estados Unidos e do Brasil; o jogo das denominações do campo e de seus lugares identitários; a autonomia da obra de Suzanne Briet ante a sombra de Paul Otlet; a marca de Suzanne Briet na construção de uma neodocumentação (ou do contexto de interpretação documentalista anglo-americano); o conceito de documento em Suzanne Briet, a partir do seu manifesto de 1951; a profissão e a pesquisa em atrito, no que tange a competências, identidades e conhecimento; e, por fim, a profissão e a pesquisa em sua relação com a questão de gênero. As considerações finais indicam a singularidade das ideias de Briet perante a tradição histórica fundacional da Documentação, bem como a repercussão de seu pensamento para uma epistemologia do campo.


Palavras-chave


Suzanne Briet. Documento. Documentação. Epistemologia da Ciência da Informação. História da Ciência da Informação.

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Revista Brasileira de Biblioteconomia e Documentação. São Paulo.  ISSN: 1980-6949
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